Texto sendo corrigido
Aqui
estamos iniciando uma nova discussão sobre pontos vitais do comportamento
humano, a auto-estima. Vamos
pensar no conformismo, altruísmo e no orgulhoso, trazido por Jorge Amado no romance que virou novela: Gabriela, Cravo e
canela.
Eu li em um
blogobre as característas de Gabriela, uma mulher atraente
que com o seu poder de sedução deixava todos a seus pés. A personagem não
moldou o seu jeito rude, ou natural de ser aos costumes e regras
comportamentais da sociedade da época e muito menos se preocupava com a
opinião alheia a seu respeito. Isso aparantemente era uma virtude naquela
mulher linda e 'selvagem' que era muito segura na sua personalidade.
Mas o que
carateriza o termo síndrome de Gabriela é, mesmo que, tendo uma auto-estima
elevadíssima, ela não desejava mudar, e isso caraterizava a síndrome. É um estado latente que aparece com diversos sintomas e que pode ser produzido
por muitas razões. Síndrome de Gabriela, termos corriqueiro para esse mal,
é o estado doentio do ser humano em não acreditar que pode
alterar o curso de sua vida e viver de maneira diferente. Nesse sentido o
fatalismo ou comodismo tem matado muita gente, mesmo que esses ainda
vivam em estado vegetativo. Palestrantes tem buscado reanimar empresários e funcionários que vivem no presente com a mesma mentalidade saudosista
dos anos 30 ou 50.
O mundo
mudou, saímos da era industrial para a era digital, a Informação voa tão veloz
quanto o pensamento. Cuidado com o que pensa, porque alguém pode se antecipar às
suas idéias! A era digital trouxe toda a informação para dentro de uma caixa
chamado computador e a informática hoje é o centro da visão global. Podemos
reconhecer uma pessoa que está sofrendo do mal da Gabriela quando ouvimos
frases assim: “vamos fazer assim, pois sempre fizemos desta
maneira”; “Sei que isto é bom, mas prefiro fazer do meu jeito”; “Eu
sinto muito, mas sou assim”. Precisamos entender que tradição não é
o mesmo que tradicional. Ou você é a favor da tradição, ou você é tradicional. O que é a favor da tradição, mantém as bases históricas. Falando sobre uma empresa, ela pode
evoluir sem perder as características históricas. Já o tradicional, esse e uma
lástima, esse se agarra ao passado, as coisas estão indo de mal a pior e ele
pergunta: - o que está acontecendo? Trabalhamos assim por cem anos, e sempre deu certo!
As pessoas lhes dizem: - Vamos tentar algo
novo e a resposta é sempre as mesmas: Temos uma tradição a zelar! sempre foi
assim e continuará assim. E morre assim! Como religiosos ouvimos muito isso:
"Nasci nessa religião e vou morrer nela!" Nem se deu ao trabalho de
perguntar se ela atende as suas próprias crenças e ideias sobre Deus e sobre a
vida! As vezes é fácil se manter no que já está construído, é algo a menos para
pensar. Menos trabalho para se preocupar e num mundo globalizado, existe
sempre um oportunista que tirará vantagem no espaço deixado pelos comodistas.
Como é você: É altruísta, seguro de suas próprias ideias e com uma estima
própria tão elevada que segue suas próprias idéias e não aceita conselhos ou é
engessado no passado e tem medo de mudar? É você uma interpretação
literal da música popular que repetia: “Eu nasci assim, eu cresci assim, eu
vivi assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim, Gabriela?" Se essa
for a sua ralidade, inconcientemente, está levantando a bandeira do fatalismo
determinista. Nada pode ser mudado e as coisas precisam ser do jeito que são.
Somos parte passiva no processo e nada podemos fazer para que seja
diferente. Os Indus com sua forma de crença, acreditam que
quem nasce numa castas rica, é uma determinação do seu 'deus' e quem nasce pobre, deve ser sempre e aceitar essa realidade. Muitos de nós
também somos assim: Somos cínicos e irônicos com os que propões mudanças,
outras vezes somos indiferentes, mas trabalhando agora com multinivel, tenho
visto um povo covarde quanto ao novo. Pessoas que preferem a miséria a
arriscar o mínimo esforço; Preferiam as cebolas no Egito, do que caminhar para a terra que dá leite e
mel. Mil justificativas podem ser dadas. Dentre elas, um especialista no
assunto destaca ser o medo de não dar certo, de errar ou de receber
críticas. Para quem sofre da apelidada “síndrome da Gabriela” o caminho, sugere
ele, é repensar as atitudes e começar a mudar de postura.
“O
processo de mudança nem sempre é fácil: exige trabalho, planejamento e força de
vontade. Por isso, muitos preferem continuar fazendo as mesmas coisas, no mesmo trabalho e na mesma vida pessoal de sempre, perdendo a oportunidade de
conhecer novos caminhos, amadurecer e descobrir novas possibilidades”, prefere as mudanças que reforçam a mórbidez de sempre.
Eu
particularmente não acho vergonhoso os tropeços em busca de acertar, vergonhoso
é a vida de andar com "lata d'água na cabeça, subindo e descendo as
ladeiras da vida e cantando 'vou ser sempre assim...'"
Mas também o orgulho leva algumas pessoas a serem como são. Enquanto uns são tão fracos que
não tem coragem de mudar, o orgulhoso piora ainda mais. O que era síndrome de
Gabriela, agora se transforma em Síndrome de Lúcifer! Incapaz de se arrepender,
ele é assim, e vai ser sempre assim, porque é orgulhoso e esse é o pior tipo,
sabe que não tem futuro, vê os resultados, vê as estatísticas mas ele não dará
o braço a torcer. "Morro fazendo isso mas não largo, não mudo e não
permito que outros entrem para me convencer da minha obstinação doentia!"
Muitos tem levado grandes empresas a falência, outros destruído famílias e
gerações e outros secado como a figueira estéril, porque parecia vivo mas
estava morto em vida! Tudo isso se encaixa em três pontos básicos para a felicidade: Vida
profissional, (Não morra fazendo a mesma coisa, se você não é bom no que faz ou se
o que faz não é bom e justo com você, LARGUE TUDO e recomece fazendo outra coisa). Isso também tem a
ver com a sua fé! (abra seus olhos para o que estão te ensinando, não seja um tradicional: "sou porque meus pais eram e meus bisavós também!" A forma de pensar a fé mudou mas Deus é o mesmo de sempre! e por fim me
refiro a vida familiar. Cuidado porque ser assim e não mudar tem destruído
gerações. Sua felicidade depende de como você vive cada dia, não canse de se readaptar as mudanças que chegam até você!
Até a próxima!
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